Hoje Certa vez recebi um link (hoje, quebrado) com um artigo no Estadão da Luiza Nagib Eluf sobre os 100 anos da morte do escritor brasileiro Euclides da Cunha, morto numa situação nada honrosa. O nobre autor da obra “Os Sertões” “se empirulitou”, como diria o Mussum, num confronto com o amante de sua mulher Ana Emília Ribeiro, o jovem tenente do exército Dilermando de Assis.

A história real do triângulo amoroso entre o escritor, a moça e o militar, que foi um dos crimes passionais que mais repercutiram no Brasil, chegou a virar até minissérie da rede Globo, sob o sugestivo nome de “Desejo“. Tarcísio Meira fez o papel de Euclides da Cunha enquanto Guilherme Fontes fez o papel de Dilermando de Assis e uma morena Vera Fischer fez o papel da disputada Ana.

Bem, fatos históricos e televisivos à parte, o que mais me chamou atenção nessa história foi o quanto o ilustríssimo escritor corno teve dificuldade em matar o tenentinho ricardão. O cara era praticamente um Highlander ou um Chuck Norris brasileiro, se você é mais novo e não conhece direito o guerreiro imortal.

Foram duas gerações tentando acabar com a raça do Dilermando, sendo fracassadas todas as tentativas.

Acompanhe comigo as melhores partes do texto de Luiza Nagib, com grifo nosso, e veja se isso não daria um bom episódio de Arquivo X, Twilight Zone… ou qualquer seriado sobre coisas inacreditáveis e incríveis. Leia mais…


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