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	<title>ALEH Blog &#187; Vida</title>
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	<description>Blog do Alessandro Andrade. Magrinho, Engenheiro e toca violão.</description>
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		<title>O médico que operou a si mesmo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 21:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa história real respondeu a uma pergunta que sempre fiz a mim mesmo desde criança e mostrou que, ao menos em uma ocasião registrada na história da Medicina, foi possível que uma pessoa realizasse um procedimento cirúrgico no próprio corpo. Leonid Rozogov era um médico russo que com 27 anos (update), durante a 6ª Expedição Soviética [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa história real respondeu a uma pergunta que sempre fiz a mim mesmo desde criança e mostrou que, ao menos em uma ocasião registrada na história da Medicina, foi possível que uma pessoa realizasse um procedimento cirúrgico no próprio corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonid Rozogov</strong> era um médico russo que <span style="text-decoration: underline;">com 27 anos (update)</span>, durante a 6ª Expedição Soviética à Antártica, na estação &#8221;Novolazarevskaya&#8221; em abril de 1961, realizou uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apendicectomia" target="_blank">apendicectomia</a>, cirurgia abdominal relativamente simples para cirurgiões experientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O detalhe é que o paciente era ele mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Leonid_Rogozov_operation.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-782" title="Leonid_Rogozov_operation" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Leonid_Rogozov_operation-450x291.jpg" alt="" width="450" height="291" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 29 de abril de 1961, o cirurgião iniciou um quadro de mal-estar, fraqueza, náuseas, vômitos e iniciou dor abdominal no quadrante inferior direito, sintoma associado à apendicite.<span id="more-781"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em seu diário relatava:</p>
<blockquote><p>&#8220;Parece que tenho apendicite. Manterei o silêncio sobre o assunto. Quem poderia me ajudar?&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Que situação! Um cirugião não teve a menor dúvida em diagnosticar uma apendicite aguda, matéria simples e do dia dia do profissional cirúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, 30 de abril de 1961, a situação passou a se tornar mais severa, com sintomas de vômitos frequentes e febre cada vez mais alta. Os colegas expedicionários russos passaram a desconfiar de um diagnóstico sombrio, visto que o tratamento com antibióticos e compressas frias não pareciam melhorar em muito a condição do médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Relato do diário:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não dormi na noite passada, a dor é como uma tempestade em minha carne. Ainda não há sinais de perfuração, mas a peritonite é iminente. Nesta situação a única alternativa e me operar.&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Sendo o único médico na expedição composta por 13 pessoas, Leonid decidiu operar a si mesmo como única alternativa para salvar-se da morte iminente. Cabe dizer que muitas nevascas no período impediriam os vôos para um hospital e outras formas de viagem demorariam muito tempo para uma doença que o mataria em 2 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">De seu diário:</p>
<blockquote><p>&#8220;Meus colegas descobriram. Muita dor em meu abdome. Estraguei o feriado de todos, agora correm para preparar a mesa cirúrgica e a auto-clave.&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A mesa que se referia era sua própria cama e a sala cirúrgica era seu quarto. Retirou tudo que não era necessário e começou a instruir seus colegas, dentre eles um engenheiro e um meteorologista da estação, que o auxiliariam na operação: 3 colegas passariampor uma lavagem estéril, sendo que um deles instrumentaria para o cirurgião (daria os instrumentos ao cirurgião), o outro auxiliaria com um espelho e o foco de iluminação. O terceiro ficaria na reserva, no caso de algum dos auxiliares não suportar todo o procedimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso desmaiasse, o cirugião instruiu os colegas como aplicar-lhe medicações e atribuir suporte ventilatório. Após lavar os colegas e colocar luvas estéreis em suas mãos, o cirurgião se posicionou: deitou-se na cama num ângulo de 30 graus, postou um espelho a frente do corpo? Desinfetou o abdome, e antecipando uma dificuldade, trabalhou sem luvas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Leonid_Rogozov_operating_himself.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-784" title="Leonid_Rogozov_operating_himself" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Leonid_Rogozov_operating_himself-450x280.jpg" alt="" width="450" height="280" /></a></p>
<p style="text-align: left;">As 2 h da manhã iniciou o procedimento. Injetou pilocarpina na parede abdominal, e após 15 minutos realizou uma incisão de 10 cm. Inicialmente apresentou dificuldade para visualizar a cavidade abdominal. Muitas vezes ele erguia a cabeça para ver melhor. Em 2 horas ele isolou o apêndice, fez uma sutura em bolsa, retirou o apêndice aplicou antibióticos e fechou o corte.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo o próprio médico:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;Iniciei a operação e então após a injeçao de anestésico tudo me pareceu muito automático. Me guiei mais pelo tato do que pelo que visão. A cada 5 minutos, descansava de 20 a 40 segundos.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Nos dias que se seguiram, a condição do médico começou a melhorar e em 2 semanas ele já retornava a suas atividades rotineiras. Após um ano de expedição, ele retornou a São Petersburgo e lá iniciou sua clínica. Morreu no ano de 2000, ou seja, <strong>ainda viveu 39 anos após o ocorrido</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Esta foi uma lição de luta do homem contra a morte, com uma força de vontade absurda. Porém todas as vezes que o cirurgião falava do assunto dizia:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um trabalho como outro qualquer, uma vida como outra qualquer.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Outro detalhe interessante sobre essa história é que em 1959, Leonid Rogozov foi imediatamente aceito para a residência clínica, após concluir seus estudos. No entanto, os seus estudos na residência foram quebrados por algum tempo exatamente devido à viagem à Antártida, em setembro de 1960 como médico da 6ª expedição soviética à estação Novolazarevskaya.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível obter mais informações sobre esse notável cirurgião no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leonid_Rogozov" target="_blank">artigo da Wikipedia (em inglês) dedicado a ele</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;<br />
Informações via o pitoresco Tumblr <a href="http://501fatosmedicos.tumblr.com/post/14429040749/7-leonid-rozogov-era-um-medico-russo-que" target="_blank">501 fatos médicos</a> e o blog <a href="http://www.diarioinsano.com.br/2009/12/leonid-rogozov-o-cirurgiao-de-si-mesmo.html" target="_blank">Diário Insano</a>.</p>
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		<title>Viver também é ter que lidar com a morte</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 12:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após tanto tempo sem textos novos aqui no blog, venho aqui escrever no dia de finados sobre um tema que ninguém gosta: morte. Pra quem está acostumado com posts engraçados, talvez cause estranheza ler um texto desse tipo aqui e provavelmente, muitos nem passarão deste parágrafo. Mas como me propus na criação deste blog pessoal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após tanto tempo sem textos novos aqui no blog, venho aqui escrever no dia de finados sobre um tema que ninguém gosta: morte.</p>
<p>Pra quem está acostumado com posts engraçados, talvez cause estranheza ler um texto desse tipo aqui e provavelmente, muitos nem passarão deste parágrafo. Mas <a href="http://blog.aleh.com.br/sobre/" target="_blank">como me propus na criação deste blog pessoal</a>, me sinto livre para escrever aqui sobre qualquer assunto que eu sinta vontade.</p>
<p>Vou explicar o que me motivou a escrever este texto. Meu avô Pedro, com 84 anos, morreu na última terça-feira, dia 01/11/2011, após lutar por quase 6 meses no hospital. Antes de dar qualquer detalhe adicional sobre a condição dele, quero na verdade refletir sobre como ele levava a vida nos últimos anos.</p>
<div id="attachment_702" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vo-Joaquina-e-vo-Pedro.jpg"><img class="size-medium wp-image-702" title="vo-Joaquina-e-vo-Pedro" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vo-Joaquina-e-vo-Pedro-450x408.jpg" alt="" width="450" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Meu risonho avô Pedro</p></div>
<p>Já a bastante tempo, desde que eu era mais jovem, lembro do meu avô sempre ativo, cuidando de suas plantas no quintal em todas as casas em quem morou nos últimos anos. Ele plantava frutas e viu crescer enormes pés de manga, laranja, além de plantar também cana, dentre outras plantas frutíferas. Minhas lembranças da casa de meus avós maternos são dos fins de semana quando passávamos tardes jogando conversa fora e comendo as frutas do quintal do meu avô. Manga, cana, etc. Sempre rolavam histórias muito engraçadas das peripécias de parentes. Todos caíam na gargalhada.</p>
<p><span id="more-700"></span>Apesar de tantos momentos felizes com meu avô, sempre me deixou intrigado a tristeza que batia às vezes nele, quando ele falava sobre a proximidade de sua morte. Ele costumava dizer: &#8220;Meus filhos, eu estou cuidando dessa árvore de manga aqui, mas é pra vocês. Não é pra mim não. Vocês que vão ver essa árvore dar mangas e que vão poder comê-las&#8221;. Todos sempre negavam ele, claro, pois todos queriam que ele também visse as frutas amadurecerem e desfrutar delas. Na verdade, na grande maioria das vezes, foi o que aconteceu. Ele pôde comer mangas maduras e gostosas com a família.</p>
<p>Creio que o que deixava meu avô triste era lembrar que ele estava se aproximando de um tempo quando não poderia mais fazer tudo o que costumava fazer, como cuidar de suas plantas, dos cachorros que cuidou durante a vida, etc. Realmente deve ser muito entristecedor saber que não se poderá ser capaz de fazer tudo o que se tem vontade.</p>
<p>Enfim, meu avô faleceu. Descansou. Batalhou por quase 6 meses num leito de hospital por amar a vida e amar viver.</p>
<p>A certeza que tenho é que ele me ensinou que a vida serve para ser vivida. De forma feliz. E é isso que vou buscar fazer enquanto estiver vivo. Se em algum momento as situações e obstáculos da vida me deixarem pra baixo, querendo parar de caminhar, vou lembrar de meu avô Pedro, que nunca deixou de cuidar de suas plantas, pois sabiam que assim, elas dariam fruto.</p>
<blockquote><p> &#8221;O SENHOR guarda aos símplices; fui abatido, mas ele me livrou.<br />
Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o SENHOR te fez bem.&#8221;<br />
Salmos 116:6-7</p></blockquote>
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		<title>Como cuidar e como não cuidar do seu bebê</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 18:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora que sou papai do Davi Alexandre há 4 meses e já estou acostumado à rotina de trocas de fraldas e mamadas, já posso dizer com uma certa propriedade que tenho um pouco de experiência para dar dicas a outros papais e mamães de primeira viagem. Para começar, quero mostrar essas placas orientativas que podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que sou papai do <a title="Twitter do @alehnenem" href="http://twitter.com/alehnenem" target="_blank">Davi Alexandre</a> há 4 meses e já estou acostumado à rotina de trocas de fraldas e mamadas, já posso dizer com uma certa propriedade que tenho um pouco de experiência para dar dicas a outros papais e mamães de primeira viagem.</p>
<p>Para começar, quero mostrar essas placas orientativas que podem ser bem úteis para os papais que estiverem passando por um aperto na hora de executar as tarefas cotidianas da criação de um bebê.</p>
<p>Veja abaixo o que fazer e o que <strong>não se deve fazer</strong> com um bebê (clique para ver em tamanho maior):</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/06/como-cuidar-de-um-bebe.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full" title="como-cuidar-de-um-bebe" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/06/como-cuidar-de-um-bebe.jpg" width="460" height="802" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Dica do <a title="Homem do Plano" href="http://homemdoplano.blogspot.com/" target="_blank">Rodrigo</a>, que também vai ser papai, via <a href="http://www.planobeta.com/2009/06/como-cuidar-de-um-bebe/" target="_blank">Plano Beta</a>.</p>
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		<title>Produtos que foram feitos para não durar</title>
		<link>http://blog.aleh.com.br/2011/03/produtos-que-foram-feitos-para-nao-durar/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 17:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esses dias eu estava pensando sobre a dura e ingrata realidade sobre alguns utensílios, que definitivamente foram feitos pra durar relativamente pouco tempo. Seja por sumirem ou simplesmente estragarem, certos produtos que compramos foram friamente arquitetados para que você tenha que comprá-los novamente algum tempo depois. Resolvi fazer uma lista dos que podem ser identificados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esses dias eu estava pensando sobre a dura e ingrata realidade sobre alguns utensílios, que definitivamente foram feitos pra durar relativamente pouco tempo. Seja por sumirem ou simplesmente estragarem, certos produtos que compramos foram friamente arquitetados para que você tenha que comprá-los novamente algum tempo depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Resolvi fazer uma lista dos que podem ser identificados mais facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Fones de ouvido:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/fone-de-ouvido.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-552" title="fone-de-ouvido" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/fone-de-ouvido.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Todo fone de ouvido tem uma fragilidade agoniante. Pessoalmente, eu considero um privilégio ter um fone de ouvido que esteja funcionando. Quando compro um fone de ouvido novo, aproveito ao máximo os seus  primeiros dias porque sei que mais cedo ou mais tarde, ele vai estragar. E pra mim, um dos momentos mais tristes na vida efêmera dos fones de ouvido, na verdade é quando um dos lados se estraga. Quando isso acontece, você tem a sensação que seu fone, que funcionava que era uma beleza, automaticamente passa a ser um fone meia boca, quase literalmente. E aí você fica ouvindo sua música com tristeza, por ter apenas metade do som que você queria.<span id="more-551"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Guarda-chuvas:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/guarda_chuva.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-553" title="guarda_chuva" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/guarda_chuva.jpg" alt="" width="324" height="313" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outro objeto que, segundo alguém já me falou um dia, foi fabricado com o explícito intuito de fazer com que você o perca é o guarda-chuva. Tenho certeza que esse é o item número 1 nos achados e perdidos de rodoviárias, aeroportos e em qualquer outra estação de transporte coletivo. Segundo essa pessoa me falou em algum momento da minha vida, a maioria dos guarda-chuvas são pretos para que você não o veja direito mesmo. Para que não chame atenção. Não existe nenhuma outra explicação estética para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem falar na atual fragilidade dos guarda-chuvas fabricados hoje em dia. Qualquer ventania mais forte é capaz de desmantelar até o mais resistente dos guarda-chuvas. Definitivamente, esse produto precisa de alguma inovação tecnológica que permita que eles não quebrem nem sumam com tanta facilidade. Afinal de contas, eu não consigo perceber nenhuma diferença considerável nos guarda-chuvas ao longo do século 20 e 21. Basicamente eles sempre foram a mesma coisa. Mas imagino que os fabricantes queiram mantê-los assim, para não aumentar os gastos na fabricação e fazer com que você tenha N motivos para comprar outro guarda-chuva. Afinal, se ele quebrou ou sumiu, compre logo outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Cortadores de unha:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cortadordeunha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-556" title="cortadordeunha" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cortadordeunha.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não importa onde você guarde essa mini-ferramenta manicurística também conhecida como <em>Unhex</em>, dificilmente você vai encontrá-la. Mesmo porque, você provavelmente vai se ver dentro de uma de duas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa delas, você vai guardar tão bem o bendito cortador de unha, mas tão bem guardado, que nem você vai se lembrar onde colocou ele quando precisar. Na outra situação, se considerarmos que você mora com seus familiares, provavelmente algum deles vai usar o objeto e deixar largado em algum lugar não identificado da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento você pode estar pensando &#8220;ah, é fácil, é só deixar ele preso no chaveiro da sua chave&#8221; e se achando muito sabido. No entanto, meu caro, fatalmente você vai se ver na segunda situação descrita acima, quando alguém da sua casa tiver perdido o cortador de unha comunitário e pedir pra você. Aí se dará o seguinte diálogo:</p>
<p style="text-align: justify;">- Você viu o cortador de unha?<br />
- Não sei&#8230; tem um no meu chaveiro.<br />
- Ah, legal! Vou tirar um pouco pra cortar as unhas e já te devolvo, ok? É ruim de usar com essas chaves todas presas nele&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Aí meu amigo&#8230; diga adeus ao seu cortador de unha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Pen drives:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/pendrive.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-558" title="pendrive" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/pendrive.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não sei se é só comigo, mas eu tenho uma facilidade incrível para perder pen drives. Os últimos dois eram idênticos ao da figura acima, aliás. Na época dos disquetes (sim, eu passei por ela) não era assim tão caro perder um disquete. Hoje em dia, não ocorre o mesmo com os pen drives. Por mais que eles estejam barateando, ainda não chegam a custar a mixaria que custava um disquete.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, eu acho que a pior coisa em se perder pen drives não é nem o custo de um deles. A pior coisa é que os pen drives somem exatamente nos momentos em que você mais precisa deles, quando você realmente precisa transportar alguma coisa de um lugar para o outro. Quando você precisa fazer aquela apresentação na aula da faculdade que vai valer a nota do semestre ou quando vai fazer uma apresentação no trabalho que custou um mês inteiro de trabalho, por exemplo. Quando você está somente com aquelas mp3 que baixou mas nunca ouve ou com as fotos do último churrasco na casa do colega, o pen drive nunca some.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, essas foram as coisas que lembrei pensando um pouco. Se você lembra de mais alguma coisa que costuma perder, deixe aí nos comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, e se você esquecer que comentário ia fazer, não liga não. Depois você passa aqui e deixa outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><small>*A idéia original, contida no início  deste texto, foi publicado pelo <a href="http://wordmobi.googlecode.com">Wordmobi</a></small></p>
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		<title>Pai e filho</title>
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		<comments>http://blog.aleh.com.br/2011/03/pai-e-filho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 16:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estou faz algum tempo sem escrever aqui e um dos principais motivos foi o nascimento do meu primeiro filho, o Davi Alexandre. Pra quem não sabe, eu criei uma conta no twitter para o pequeno Davi antes mesmo dele nascer (@alehnenem). Isso rendeu até uma matéria no jornal. Não esperava que haveria tanta repercussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estou faz algum tempo sem escrever aqui e um dos principais motivos foi o nascimento do meu primeiro filho, o <strong>Davi Alexandre</strong>.</p>
<p>Pra quem não sabe, eu criei uma conta no twitter para o pequeno Davi antes mesmo dele nascer (<a title="Twitter do bebê Davi Alexandre" href="http://twitter.com/alehnenem" target="_blank">@alehnenem</a>). Isso rendeu até uma <a title="@alehnenem no Correio Braziliense" href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2010/11/16/interna_tecnologia,223267/redes-sociais-invadem-o-universo-dos-pequeninos-e-ate-dos-que-nao-nasceram.shtml" target="_blank">matéria no jornal</a>. Não esperava que haveria tanta repercussão sobre isso, fiquei muito feliz em saber que várias pessoas se interessaram de alguma forma no desenvolvimento do nosso bebezinho.</p>
<p>Esses dias, enquanto cuidávamos do nosso Davizinho, minha esposa perguntou se eu não me via nele. Num primeiro momento eu disse que não&#8230; mas nem pensei direito sobre isso.</p>
<p>Depois disso, eu estava vendo umas fotos antigas que minha família me mandou de quando eu era bebê e fiquei admirado com o que vi. Vejam vocês a comparação entre uma foto minha e uma foto do meu filhão Davi Alexandre:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/aleh_1980_davi_2011_blog_alehcombr.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-549" title="Tal pai, tal filho." src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2011/03/aleh_1980_davi_2011_blog_alehcombr.jpg" alt="" width="450" height="747" /></a></p>
<p style="text-align: left;">E aí, vocês acham que eu devo fazer um exame de DNA?</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que eu acredito em Deus</title>
		<link>http://blog.aleh.com.br/2010/10/por-que-eu-acredito-em-deus/</link>
		<comments>http://blog.aleh.com.br/2010/10/por-que-eu-acredito-em-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 04:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblia]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, se você é ateu, leu o título deste texto e já está todo cheio de vontade de me xingar e me chamar de &#8220;crente alienado&#8221; etc e tal, quero te dizer o seguinte: o que tenho a dizer aqui é algo que se diz entre amigos, numa conversa casual, só dando minha opinião pessoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Bem, se você é ateu, leu o título deste texto e já está todo cheio de  vontade de me xingar e me chamar de &#8220;crente alienado&#8221; etc e tal, quero  te dizer o seguinte: o que tenho a dizer aqui é algo que se diz entre  amigos, numa conversa casual, só dando minha opinião pessoal sobre esse  assunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2010/10/universo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-288" title="Terra" src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2010/10/universo-450x337.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não quero pregar pra você nem te convencer de nada. Só quero dizer o que penso sobre Deus.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-286"></span>Fui criado num lar &#8220;semi-adventista&#8221;, se é que isso existe. O que quero dizer com isso é que meu pai não era adventista, nem cristão, e minha mãe era adventista. Na verdade, minha mãe voltou a frequentar a <a href="http://www.portaladventista.org" target="_blank">Igreja Adventista</a> quando eu tinha mais ou menos 7 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui criado dentro da doutrina adventista desde essa época. Apesar de meu pai sempre concordar que minha mãe nos ensinasse nesses moldes, o papel  dele quanto essa parte religiosa foi sempre nos levar à igreja nos sábados de manhã e nos buscar ao final do culto. Não passava disso. Ele mesmo, não costumava frequentar nossa igreja.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiz todo o 1º grau (que é como chamavam o Ensino Fundamental na minha época) na <strong>Escola Adventista de Brasília </strong>(hoje CEAMA), de onde tenho lembranças muito boas. No segundo grau (Ensino Médio), fui estudar numa escola &#8220;não-adventista&#8221;, digamos assim. Nessa época eu conheci mais de perto outras coisas, e digamos que resolvi conhecer melhor o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Queria só contar essa parte da minha vida antes de dizer o que penso, para você entender que, em algum momento da minha vida, baseado em tudo o que me ensinaram, eu <strong>escolhi</strong> acreditar em Deus. Eu poderia muito bem ter analisado tudo o que vi na vida até hoje e pensar &#8220;É&#8230; realmente acho que não existe um Deus. O Universo surgiu de uma explosão por acaso mesmo. Vou tocar rock por esse mundão e fazer tudo o que eu tiver afim de fazer e não to nem aí pra nada!&#8221;. Mas não foi o que escolhi.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o conhecimento que consegui acumular até hoje, conclui que não é possível que tudo, eu digo <strong>TUDO</strong>, foi obra de uma pura &#8220;sorte&#8221;, que as condições necessárias para um Universo nascer num dado microssegundo estavam todas confirmadas e, de repente, <strong>BUM!</strong> um <strong>PEIDO UNIVERSAL</strong> deu início a tudo!</p>
<p style="text-align: justify;">Sério. Vocês acreditam mesmo nisso? Sei que se você acredita na evolução deve estar agora pensando &#8220;esse cara é um ignorante! Ele é um alienado! E..&#8221; me xingando de tudo de pior. Mas no fundo no fundo, a teoria do Big Bang é isso mesmo. Uma flatulência do nada. E esse &#8220;pum&#8221; gerou TUDO.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, vou te explicar no que eu acredito. Eu acredito que, para que algo muito complexo possa existir, algum ser com inteligência ENORME, quando eu digo aqui enorme, eu quero dizer &#8220;que não cabe na cabeça do ser humano&#8221;, teve idéias, projetou, analisou, considerou várias condições, executou o planejamento e avaliou o resultado de uma <strong>criação</strong>. Sim, <span style="text-decoration: underline;">eu acredito que o Universo foi criado</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo porque existe uma coisa básica que o Big Bang, Darwin e todos os gênios da Ciência nunca vão conseguir explicar: <strong>por que existe o amor? </strong>Sim, porque se a evolução diz que o que vale é a &#8220;lei do mais forte&#8221;, como o amor caberia numa situação dessas? O amor é lindo minha gente! Eu não consigo entender como a mesma evolução que diz que muitos animais morreram porque não conseguiram evoluir, seja devorados ou de fome/sede/frio, possa ser responsável também por um sentimento que é muito mais forte do que qualquer coisa que o ser humano possa entender. Tanto que o homem que disse &#8220;ame ao seu próximo como a ti mesmo&#8221; é lembrado até hoje, e a cada dia que passa, o que tenho pra mim é que o sentido da vida é o <strong>AMOR</strong>. E não foi com John Lennon que aprendi isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Então meus queridos, quero te dizer uma coisa. Pra mim, foi um Deus cheio de muito amor <strong>sim</strong> que resolveu nos criar como somos, inteligentes, curiosos, estudiosos para tentar descobrir o Universo, e até mesmo acreditar no que nós quiséssemos, inclusive acreditar que Ele não existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é minha opinião. Concordo com o que Davi escreveu no Salmo 139, verso 14:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Graças te dou, visto que por modo  assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e  a minha alma o sabe muito bem.</p></blockquote>
<p>Ou então, como expressa o mesmo verso na tradução da Nova Versão Internacional da Bíblia:</p>
<blockquote><p>Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção.</p></blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>5 coisas que me irritam no trânsito</title>
		<link>http://blog.aleh.com.br/2010/07/5-coisas-que-me-irritam-no-transito/</link>
		<comments>http://blog.aleh.com.br/2010/07/5-coisas-que-me-irritam-no-transito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 01:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[df]]></category>
		<category><![CDATA[transito]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia, quem mora numa grande cidade tem de conviver todos os dias com engarrafamentos e dores de cabeça causadas pelo trânsito. Aqui em Brasília, apesar da cidade não ser tão grande quanto São Paulo ou Rio de Janeiro, o trânsito tem ficado muito complicado nos últimos anos. O problema é que as ruas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia,  quem mora numa grande cidade tem de conviver todos os dias com  engarrafamentos e dores de cabeça causadas pelo trânsito.</p>
<p>Aqui em  Brasília, apesar da cidade não ser tão grande quanto São Paulo ou Rio de  Janeiro, o trânsito tem ficado muito complicado nos últimos anos. O  problema é que as ruas da cidade acabaram não acompanhando o aumento na  quantidade de carros e os engarrafamentos tornaram-se inevitáveis.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/transito_brasilia3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-181" title="transito_brasilia" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/transito_brasilia3-450x319.jpg" alt="" width="450" height="319" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O problema do trânsito pode ser facilmente compreendido entendendo a seguinte lógica:</p>
<ol>
<li>Todos os anos, muitas pessoas passam em concursos públicos em  Brasília e migram de todas as partes do Brasil para cá.</li>
<li>Como todo bom cidadão que passa num concurso público e obtém um emprego estável e de bom salário, a primeira coisa que o indivíduo faz é comprar as coisinhas que tinha vontade. Um carro, por exemplo.</li>
<li>Dessa forma, o nosso amigo que passou num concurso público não vai mais precisar pegar carona, nem ônibus, nem metrô para ir pro trabalho. Ele vai no seu próprio carro novinho em folha.</li>
<li>Com isso, temos um trânsito cheio de carros com uma pessoa só dentro, que agora não está tão satisfeito, porque tem que enfrentar um trânsito infernal todo santo dia.</li>
</ol>
<p>Como eu também sou um dos cidadãos que enfrentam o trânsito todo dia para ir e voltar do trabalho, resolvi listar as situações e comportamentos que mais me causam irritação, stress, indignação, fúria e revolta nas ruas dessa Capital Federal.<span id="more-180"></span></p>
<p><strong>I) Gente que cola na traseira do seu carro e fica jogando luz alta.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/farol_xenon2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="farol_xenon2" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/farol_xenon2.jpg" alt="" width="262" height="213" /></a></strong></p>
<p>Esta é, de longe, a situação que mais me causa indignação. A questão é que a maioria dos motoristas que têm este tipo de comportamento não o fazem pela urgência de passar logo. Não, não. A grande maioria dos motoristas que jogam luz alta no seu retrovisor o fazem para demonstrar sua superioridade sobre você. Não importa se existem outras duas faixas completamente livres. A questão aqui é o domínio da faixa da esquerda. Ou mesmo a do meio. O fato é que é necessário ficar bem claro pra você e, consequentemente pra ele, que como o carro dele é mais bonito, mais potente ou mais rebaixado e cheio de neons no seu interior que o seu, então você É OBRIGADO a dar passagem para ele. Só isso. É uma questão de &#8220;quem é que manda aqui&#8221;.</p>
<p>Existe uma sub-classificação dentro desta situação, que é o motorista que joga luz alta há 200 metros de distância de seu carro. Como ele tem CERTEZA que vai te alcançar em poucos segundos, ele já faz questão de ir te avisando o logo. A questão é que esses poucos segundos acabam virando mais segundos, meio minuto&#8230; 5 minutos. Infelizmente a gana do motorista em te ultrapassar não é acompanhada pela potência do seu carro 1.0 financiado a perder de vista.</p>
<p><strong>II) Gente que não dá seta.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/chave-de-seta.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-188" title="chave-de-seta" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/chave-de-seta-450x337.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><br />
</strong></p>
<p>Esse tipo de motorista me causa muita indignação, além de muitos acidentes também. O pior é que a maioria dessas pessoas acham que não há mal nenhum em não dar seta, considerando que &#8220;não é possível que ninguém tenha percebido que eu ia entrar pra lá&#8221;. O pior é que em alguns casos, essas pessoas só te fazem perder tempo, pois você acaba não entrando numa outra via porque não sabia que o indivíduo ia fazer o retorno antes da sua entrada.</p>
<p><strong>III) Gente que dá seta </strong><em><a href="http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=15118" target="_blank"><strong>ad aeternum</strong></a></em><strong> e não entra nunca.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/pisca.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-187" title="pisca" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/pisca.gif" alt="" width="450" height="337" /></a><br />
</strong></p>
<p>Eu aprendi essa expressão em latim com meu amigo advogado Guilherme, que também compartilha da mesma indignação que eu sobre isso. Se você não se deu ao trabalho de clicar na expressão para saber seu significado, ad aeternum significa PARA TODO O SEMPRE.</p>
<p>Existem algumas pessoas &#8211; ou alguns carros, não sei &#8211; que ao ligarem a seta em algum momento em que estavam com vontade de ir para a esquerda ou para a direita, por algum motivo desconhecido, mudam de idéia ou então ficam na dúvida, ou nem sequer lembram que a bendita luzinha ainda está piscando. E você, que vem atrás do condutor distraído, fica naquela expectativa eterna, aguardando que o indivíduo mude de faixa, entre no retorno, sei lá, FAÇA ALGUMA COISA PELO AMOR DE DEUS!</p>
<p>Nesta categoria também podemos enquadrar as pessoas que acham bonito deixar o pisca-alerta ligado enquanto dirigem por aí. <strong>O pisca-alerta serve pra quando você está com o carro parado, caro condutor</strong>. Ou no máximo para um alerta súbito, quando o trânsito para bruscamente no engarrafamento, código muito difundido e utilizado pelos motoristas sensatos de Brasília.</p>
<p><strong>IV) Gente que não sabe pra onde vai.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/barata-tonta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-189" title="barata-tonta" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/barata-tonta.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><br />
</strong></p>
<p>Poderíamos enquadrar esse tipo de comportamento dentre as pessoas que não usam a seta, mas pelo nível de indignação proporcionada pelos condutores &#8220;barata-tonta&#8221;, resolvemos destacá-los num item exclusivo.</p>
<p>Muitas vezes esses motoristas estão claramente sob o efeito de alguma substância ilícita, como álcool (considerando que você não pode beber e dirigir) ou até mesmo <a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/dorgas-mano.jpg" target="_blank">algum entorpecente</a>. Outras vezes, não é o caso. Muitas vezes o problema é porque o motorista está fazendo duas, três ou até quatro coisas diferentes ao mesmo tempo. Tipo dirigir, contar piada pro amigo, brigar com as crianças no banco de trás e pedir pra arrumarem o retrovisor direito ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>V) Gente com carrões andando lerdamente.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/carrao-lerdo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-190" title="carrao-lerdo" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/carrao-lerdo-450x225.jpg" alt="" width="450" height="225" /></a></p>
<p>Não pense neste momento que eu estaria automaticamente pagando minha língua e entrando na categoria dos que jogam luz alta. Não desceria a esse nível. Mas quero explicar porque carros lindos e potentes andando a 40 km/h me causam uma extrema agonia.</p>
<p>Estes carros desenvolvem 240 km/h. Até 300 km/h, alguns. Valem muito dinheiro exatamente por isso. Claro que pela nossa legislação, uma velocidade dessas seria impraticável no nosso trânsito. Mas também não vamos exagerar.</p>
<p>Muitas vezes os felizes proprietários desses carros querem simplesmente desfilar com suas belezuras automotivas, acompanhados de uma bela mulher ao seu lado e exibindo seu Rayban e seu Rolex original pela janela aberta. Mas me desculpe, nobre senhor, eu tenho mais o que fazer além de cortejar o seu desfile pela rodovia.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Enfim, essas são as principais fontes de raiva para mim no trânsito. Claro que existem muitos outros motivos além desses, mas estes são os que sempre guardo na minha memória.</p>
<p>Apesar disso tudo, não quero incentivá-lo a compartilhar minha fúria. Pelo contrário, dirija com cautela, desenvolvendo uma direção defensiva e sendo cortês com seus concidadãos. Não fiquem nervosos&#8230; NÃO FIQUEM NERVOSOS!!!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/fuuuuu-transito1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-191" title="fuuuuu-transito" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/fuuuuu-transito1.jpg" alt="" width="395" height="194" /></a><br />
<small>Imagem baseada em tirinha encontrada no <a href="http://capinaremos.com/2010/06/paz-do-transito/" target="_blank">Capinaremos</a>.</small></p>
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		<title>O dia em que um dente fez eu me sentir velho</title>
		<link>http://blog.aleh.com.br/2010/07/o-dia-em-que-um-dente-fez-eu-me-sentir-velho/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 22:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[canal]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[Dentista]]></category>
		<category><![CDATA[velhice]]></category>
		<category><![CDATA[velho]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde pequeno, eu nunca tive muitos problemas com os meus dentes. Sempre escovei meus dentes com uma frequência razoável e por muitos anos, só tive uma cárie no último dente de trás, que foi tratada com uma única obturação. Tirando isso, usei aparelho por uns dois anos mas nem considero isso como um &#8220;problema&#8221; dentário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/800px-root_canal_illustration_molar_svg.png" alt="canal dentário" width="320" height="128" border="0" /></p>
<p style="text-align: justify;">Desde pequeno, eu nunca tive muitos problemas com os meus dentes. Sempre escovei meus dentes com uma frequência razoável e por muitos anos, só tive uma cárie no último dente de trás, que foi tratada com uma única obturação.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirando isso, usei aparelho por uns dois anos mas nem considero isso como um &#8220;problema&#8221; dentário, considerando que foi só pra acertar meus dentes e fazer eu parecer menos feio. Depois que tirei o aparelho, meus últimos dois dentes do lado esquerdo ficaram com um pequeno espaçamento entre eles, por causa do anel que usei no último dente. Nada que causasse qualquer desconforto ou problema. Até pouco tempo atrás.</p>
<p><span id="more-176"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ALEHaparelho.jpg"><img class="size-full wp-image-199 aligncenter" title="Eu de aparelho, em mil novecentos e guaraná de rolha." src="http://blog.aleh.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ALEHaparelho.jpg" alt="" width="150" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uns meses atrás, comecei a sentir um desconforto toda vez que entrava um pedaço de comida nesse espaçamento. Achei que era algo normal, nada que um palito de dentes não pudesse resolver. No entanto, o desconforto começou a virar uma dorzinha&#8230; Então resolvi ir ao dentista para ver o que era. Depois de examinar meus dentes, o dentista disse que eu estava com uma cárie exatamente entre os dentes onde havia o espaçamento. Disse que ia fazer uma restauração e o desconforto desapareceria. Realmente, depois disso não senti mais dor nesse dente. Pelo menos não por um tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que quando ele foi tratar esses dentes, ele usou um anel para abrir um pouco mais o espaço entre eles, pra poder conseguir trabalhar direito na restauração. Só que o espaçamento entre os dentes acabou ficando maior depois disso. Então, se antes ficavam presos pedacinhos de comida nesse espaço, agora começaram a ficar PEDAÇÕES ENORMES de comida presos entre meus dentes. Com isso começou a ficar mais difícil limpar esse espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Acabou que apareceu outra cárie nesse mesmo local. Eu fiquei teimando em ir logo no dentista e acabei indo só quando a dor no dente começou a incomodar muito.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de dar uma olhada nos meus dentes, esse outro dentista disse que a coisa tava bem feia. Acabou que apareceu uma cárie grande no meu penúltimo dente e tava começando a aparecer uma cárie pequena no último dente. Dá pra entender melhor vendo o desenho que o dentista fez abaixo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/050720102653.jpg" alt="Desenho feito pelo dentista, mostrando o estrago nos meus dentes" width="471" height="353" border="0" /></p>
<p style="text-align: justify;">O dentista então explicou que seria necessário fazer um <strong> canal </strong> no meu dente. Eu nunca entendi direito o que é um canal, então nem me preocupei muito. Fui na recepção do consultório, fiz os cheques pra pagar o que precisaria ser feito e marquei o meu retorno.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando lá no dia marcado, fui recebido desta vez por uma dentista muito simpática. Ela tirou uma radiografia dos meus dentes e depois de ver a pequena chapinha, disse que ia fazer o canal, mas que pela situação do meu dente, existia o risco de eu acabar o perdendo, porque o dente só estava preso por duas das 3 raízes.</p>
<p style="text-align: justify;">Só então, depois que ela explicou, foi que eu entendi o que realmente é um canal. Um <a href="http://www.colgate.com.br/app/Colgate/BR/OC/Information/OralHealthBasics/CheckupsDentProc/RootCanalTreatments/WhatIsRootCanalTreatment.cvsp" target="_blank">canal</a> é quando CAVAM UM BURACO NO SEU DENTE. Simples assim. A idéia é tirar o interior e os nervos do seu dente pra você não sentir mais dor. E até existe um profissional exclusivo para fazer canais: é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endodontia" target="_blank">Endodontista</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de me explicar o que ia fazer (e me deixar aterrorizado) ela começou a fazer o tal canal. Me aplicou anestesias e começou a cavar meu dente. Teve uma hora, no meio do processo, que ela pegou uma ferramenta lá e depois pegou um <strong>isqueiro (???)</strong>, acendeu e começou a esquentar a ponta do instrumento na chama. Quando ficou quente, pegou o troço e começou a futucar meu dente. Era possível ouvir o som &#8220;TSSSSSS&#8221; quando o negócio encostava no meu dente. Não doeu, mas foi assustador.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ela terminou, disse pra eu não mastigar daquele lado pois era só um curativo. Ela terminaria o processo na próxima consulta. Me passou uns remédios pra tomar, caso sentisse muita dor e febre e disse pra voltar em uma semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui novamente no dia marcado e ela terminou tudo, sem complicações. Fiquei de voltar depois só pra fazer a restauração. Isso se não tivesse acontecido o que aconteceu nesse fim de semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana <a href="http://twitter.com/kanesonalves" target="_blank">meu primo</a> casou no civil e resolveu fazer um almoço com os familiares para comemorar. Fui lá pra prestigiar meu primo e curtir um pouco a parentada. Como não estava mais sentindo dor no dente, fiz um prato generoso pra me esbaldar na comida. Comecei a comer tranqüilo, conversando e tal&#8230; Quando de repente&#8230; Senti um &#8220;corpo estranho&#8221; na minha boca. Coloquei o dedo na boca procurando o objeto não identificado, peguei o dito cujo e qual não foi minha surpresa quando vi na minha mão o que era:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2010/07/050720102652.jpg" alt="050720102652.jpg" width="471" height="353" border="0" /></p>
<p><strong>METADE DO MEU DENTE TINHA CAÍDO MANOLO! O.o</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cara, nessa hora me deu a sensação que explica o título deste post. Por um momento, passou pela minha cabeça a possibilidade de eu nunca mais ter aquele dente de novo, a possibilidade de ter que usar uma prótese no lugar dele, em outras palavras, praticamente USAR UMA DENTADURA. Com isso, estava selado o meu destino a partir daí. Oficialmente, eu poderia ser considerado um VELHO. Sim, isso mesmo, um senhor senil.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso me deixou muito pra baixo. Nunca um acontecimento tão concreto tinha me mostrado tão explicitamente que eu não era mais o garotão que eu me sentia ser. A partir de agora, meu amigo, não tem mais volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Se existe algum conselho que eu possa dar a você que leu toda essa história, esse conselho é o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> USE A ESCOVA DE DENTES E O FIO DENTAL <span style="text-decoration: underline;">PELO MENOS 3 VEZES POR DIA <small>(update)</small></span>. </strong> É muito mais importante que filtro solar.</p>
<p>Publicado pelo <a href="http://wordmobi.googlecode.com">Wordmobi</a></p>
<p>UPDATE: Veja o efeito da anestesia do dia em que a dentista fez meu canal, 2 horas depois, <a href="http://qik.com/video/8734256" target="_blank">neste vídeo</a>.</p>
<p>UPDATE 2 (22/08/2011): Infelizmente, o bloco que eu fiz pra consertar esse dente quebrou novamente&#8230; e dessa vez quebrou junto com a parte do dente que permitia que o bloco se apoiasse. Ou seja, perdi o dente definitivamente.</p>
<p>Provavelmente, vou fazer um <strong>implante </strong>nos próximos dias. Quando eu fizer, talvez escreva outro post contando essa nova experiência odontológica da minha fase idosa.</p>
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		<title>#alehday 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 15:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twtpoll.com/srfc3d"><img class="aligncenter size-full wp-image-160" title="twtpoll_alehday2009" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2009/06/twtpoll_alehday2009.png" alt="" width="450" height="326" /></a></p>
<p>Acompanhe no Twitter:</p>
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<p>UPDATE AO LONGO DO DIA:</p>
<p>14:13 Acabei de chegar do <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23alehday" target="_blank">#alehday</a> que me proporcionou uma alegria sem medida! =D<br />
Obrigado a todos os nerds e twitters que participaram, ao pessoal do trabalho, a minha família, a minha Sarinha, a todos, a Deus! =)</p>
<p>Foto tirada pelo <a href="http://twitter.com/aleh" target="_blank">@proveisso</a>:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitpic.com/6jc3e" target="_blank"><img class="size-full wp-image-164 aligncenter" title="alehday2009" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2009/06/alehday2009.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Vídeo gravado ao vivo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://qik.com/video/1800761" target="_blank">http://qik.com/video/1800761</a></p>
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		<title>#prontocasei</title>
		<link>http://blog.aleh.com.br/2009/01/prontocasei/</link>
		<comments>http://blog.aleh.com.br/2009/01/prontocasei/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 13:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ALEH</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, como uma boa parte das pessoas devem saber, eu me casei no último dia 07 de janeiro, às 20:00 22:00. Essa foi a única foto que tirei com meu celular no dia. As fotos oficiais, dos fotógrafos, só vou divulgar depois que rolar as photoshopadas dos fotógrafos, por recomendação da noiva. Bem, achei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2009/01/alehbonequinhoscasamento.jpg"><img class="size-medium wp-image-123 aligncenter" title="alehbonequinhoscasamento" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/uploads/2009/01/alehbonequinhoscasamento-450x337.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Bem, <a href="http://alessandroandrade.com/casamento/convite.htm" target="_blank">como uma boa parte das pessoas devem saber</a>, eu me casei no último dia 07 de janeiro, às <span style="text-decoration: line-through;">20:00</span> 22:00. Essa foi a única foto que tirei com meu celular no dia. As fotos oficiais, dos fotógrafos, só vou divulgar depois que rolar as photoshopadas dos fotógrafos, por recomendação da <a href="http://twitter.com/saralilian" target="_blank">noiva</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Bem, achei que teria bem mais coisas pra falar sobre como é estar casado, mas pra resumir, o que tenho pra dizer é que é bem menos assustador do que parecia. Na verdade, parece que a ficha não caiu direito ainda, afinal eu só to com 2 semanas de casado (Isso seria bodas de alguma coisa?&#8230;). Mas parece que não mudou taaaaanta coisa assim, sabe? Bem, a diferença primordial agora é que eu não preciso levar a Sarinha em casa depois que a gente sai a noite. Nós simplesmente vamos pra casa. Muito melhor do que ter que se despedir no portão da casa dela e ir pra casa dormir sozinho.</p>
<p style="text-align: left;">As pessoas costumam falar tão mal do casamento, que é uma instituição falida, etc. mas até o momento eu só tenho visto prós. Por exemplo, outra coisa que estou gostando é de ter o meu próprio cantinho, onde posso ter minhas coisas sem incomodar ninguém e não ser incomodado também. To morando lá no Sudoeste e descobri que sou praticamente vizinho do <a href="http://www.proveisso.net/" target="_blank">Johnny C.</a>, o que vai ser legal porque vai ser bem mais fácil comparecer aos encontros nerds que rolarem ali por perto! ^^</p>
<p style="text-align: left;">Outra coisa bacana de ter casado é a <strong>Lua de Mel</strong>! Vocês já pararam pra pensar? Tipo, você tira férias porque casou! Simples assim, sem peso na consciência por ficar uma semana sem trabalhar nem nada, é um direito! Eu e Sarinha passamos nossa lua de mel em Campos do Jordão/SP, um lugar muito bonito e apropriado para um casal se curtir.</p>
<p style="text-align: left;">Lá, conhecemos o seguinte:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Comemos fondue no <a href="http://www.safaricafe.com.br/" target="_blank">Safári Café</a>;</li>
<li><a href="http://www.netcampos.com/galeriadefotos/fotos/64/arvorismo_no_rancho_santo_antonio/" target="_blank">Fizemos arvorismo</a> (Com direito a eu fazendo tirolesa e filmando com o celular enquanto descia!):</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><object width="400" height="302"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2885819&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2885819&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="302"></embed></object></p>
<ul style="text-align: left;">
<li>a <a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=17" target="_blank">Ducha de Prata</a>;</li>
<li>a <a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=6" target="_blank">Cervejaria Baden Baden</a> (apesar de não bebermos);</li>
<li>a <a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=18" target="_blank">Fábrica dos Chocolates Araucária</a>;</li>
<li><a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=3" target="_blank">Andamos de Trem</a> (apesar dele ter quebrado no meio do caminho, de termos que terminar o passeio a pé por cima dos trilhos e recebermos nosso dinheiro de volta! ^^);</li>
<li>o <a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=22" target="_blank">Mosteiro das Monjas Beneditinas</a> (que tem uma lojinha onde vendem tipo um bolo/brownie feito por elas delicioso!!! Eita bolinho abençoado! =D)</li>
<li><a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=82" target="_blank">Morro do Elefante</a> (só não andamos no teleférico&#8230;);</li>
<li><a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/passeios/infopasseio/?id=78" target="_blank">Borboletário Flores que Voam</a>, onde eu peguei uma borboleta na mão (que inclusive mijou na minha mão, ou algo parecido&#8230;);</li>
<li>Entre outros lugares&#8230;</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Pois bem pessoal, é isso aí. Eu casei e sobrevivi. E recomendo a qualquer um. =]</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft" title="PSs" src="http://blog.alessandroandrade.com/wp-content/themes/ambiru/images/violinha.png" alt="PS.:" width="28" height="40" /></p>
<p style="text-align: left;">¹ Faltou dizer que nós ficamos no hotel <a href="http://www.homegreenhome.com.br/" target="_blank">Home Green Home</a>, muito bom! Nosso ex-ministro <a href="http://www.gilbertogil.com.br/" target="_blank">Gilberto Gil</a> tem um flat lá, o cara tem bom gosto.</p>
<p style="text-align: left;">² Apesar de gostar de estar casado, vale lembrar as piadas que dizem:<br />
- Se casamento fosse bom, não precisava de testemunhas.<br />
- Todo mundo que é casado recomenda que os outros casem também, que nem quem tá numa piscina de água gelada e diz pros que tão fora: &#8220;Pode pular, tá uma delícia!&#8221; =P</p>
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