Quem mora em Brasília está habituado com os endereços das quadras todos representados por siglas. SQN (Super Quadra Norte), QL (Quadra do Lago) , SAUS (Setor de Autarquias Sul) e etc. fazem parte de endereços de casas, comércios e órgãos públicos. Mesmo que muitos nem saibam direito o que cada sigla significa.
O problema é que no restante do país os endereços não seguem essa nomenclatura. Na maioria das vezes, os endereços são compostos por nome da rua, número, bairro e cidade. E todo mundo está acostumado com endereços expressos dessa forma.
Isso muitas vezes atrapalha a vida de quem mora em Brasília e precisa fazer um cadastro de endereço. Como um brasiliense vai informar o nome da rua e o número da casa, se na verdade ele mora na quadra SQS XYZ, Bloco A, apto 123?
Essa semana recebi um e-mail que conta a história de uma pessoa que mora em Brasília e que ligou para o call-center de um operadora de celular para solicitar uma mudança de endereço. Veja só a confusão que aconteceu (o nome do cliente não está sendo mostrado pra não dar ainda mais problemas para o cidadão): Continue Lendo…
Uma senhora de aproximadamente 50 anos, parente nossa, foi fazer um bolo na casa de uma amiga de sua igreja, numa tranquila sexta-feira à tarde, para fazer uma festinha no sábado pela manhã entre os irmãos. A história a seguir é real e aconteceu no interior do Goiás. Perto de onde estão gravando a novela, e tal.
Chegando lá, nossa confeiteira descobriu que naquela casa estava refugiado um casal que estava fugindo do pai da moça. Foi o seguinte: o rapaz, de 17 anos, literalmente raptou a moça de 16 da casa dos pais. Sim, isso ainda acontece hoje em dia.
Até aí tudo bem. Ela começou a preparar o bolo… misturar os ingredientes… quando de repente… adivinha quem apareceu na casa: O PAI DA MOÇA, FURIOSO E COM UMA ARMA DENTRO DA MEIA! O.o Continue Lendo…
Hoje em dia, quem mora numa grande cidade tem de conviver todos os dias com engarrafamentos e dores de cabeça causadas pelo trânsito.
Aqui em Brasília, apesar da cidade não ser tão grande quanto São Paulo ou Rio de Janeiro, o trânsito tem ficado muito complicado nos últimos anos. O problema é que as ruas da cidade acabaram não acompanhando o aumento na quantidade de carros e os engarrafamentos tornaram-se inevitáveis.
O problema do trânsito pode ser facilmente compreendido entendendo a seguinte lógica:
Todos os anos, muitas pessoas passam em concursos públicos em Brasília e migram de todas as partes do Brasil para cá.
Como todo bom cidadão que passa num concurso público e obtém um emprego estável e de bom salário, a primeira coisa que o indivíduo faz é comprar as coisinhas que tinha vontade. Um carro, por exemplo.
Dessa forma, o nosso amigo que passou num concurso público não vai mais precisar pegar carona, nem ônibus, nem metrô para ir pro trabalho. Ele vai no seu próprio carro novinho em folha.
Com isso, temos um trânsito cheio de carros com uma pessoa só dentro, que agora não está tão satisfeito, porque tem que enfrentar um trânsito infernal todo santo dia.
Como eu também sou um dos cidadãos que enfrentam o trânsito todo dia para ir e voltar do trabalho, resolvi listar as situações e comportamentos que mais me causam irritação, stress, indignação, fúria e revolta nas ruas dessa Capital Federal. Continue Lendo…
14:13 Acabei de chegar do #alehday que me proporcionou uma alegria sem medida! =D
Obrigado a todos os nerds e twitters que participaram, ao pessoal do trabalho, a minha família, a minha Sarinha, a todos, a Deus! =)
Aqui em Brasília nós temos uma feira chamada “Feira dos Importados” que é bem grande e vende todos os tipos de produtos, em sua maioria, importados… do Paraguai. É impressionante também notar a quantidade de orientais (chineses, coreanos) e árabes que estão instalados no local, vendendo desde óculos escuros e sutiãs até notebooks e câmeras digitais.
A infraestrutura do local é bastante organizada e atualmente já existem lojas e restaurantes adjacentes ao espaço da feira.
Um desses restaurantes é o Rei do Kibe que vende comida árabe e tem almoço à la carte e self-service, além de churrasco. Não estou sendo pago para divulgar o restaurante. O que me levou a tal foi a disponibilidade de um serviço bastante peculiar.
De quinta a domingo, no horário do almoço, o restaurante oferece a seus clientes uma apresentação de dança do ventre, sempre com uma bela amigável moça sorridente.
No último dia 27/11, fui a feira no horário de almoço para comprar um produto para um amigo meu que mora em Aracaju (para onde estou indo passar férias hoje). Aproveitei para almoçar no Rei do Kibe e assistir essa interessante manifestação cultural:
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