ALEH Blog

Blog do Alessandro Andrade. Magrinho, Engenheiro e toca violão.

Category: Eu (page 1 of 4)

O dia em que fui expulso por saber tocar um acorde


Bem, se você não me conhece e todas as referências neste blog relacionados à violão e outros instrumentos musicais não foram suficientes, saiba agora que eu gosto de tocar violão e outras coisas. Toco desde os 16 anos, quando ganhei meu primeiro violão de Natal do meu pai. Ainda tenho este violão comigo, ele me traz boas lembranças.

Mas dentre várias histórias relacionadas a tocar instrumentos, uma delas me chama atenção até hoje pelo aspecto inacreditável de seu rumo. Resolvi registrá-la aqui e compartilhar com o mundo para, talvez, encontrar algum sentido na mesma.

Pois bem, eu estava no 3º ano do ensino médio e estudava em um colégio particular de Brasília/DF. Fazia pouco tempo que eu tocava violão e nessa época eu e um amigo meu estávamos empolgados com um determinado estilo musical, sobre o qual já falei em outra postagem: o Rock. Leia mais…


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O dia em que passei a ser parte homem, parte titânio


Se você não acreditou no título, quero dizer que trata-se de uma história real, uma continuação dessa história. Caso tenha ficado com preguiça de clicar no link e ler a primeira parte, trata-se da triste jornada de um homem que perdeu uma parte MUITO importante de seu corpo: um dente.

Pois bem. Estava eu no auge dos meus 30 anos quando tive a tristeza de perder um dos dentes. Superado o trauma, passei a buscar alguma solução para esse problema. Leia mais…


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Eu odeio baratas.


Provavelmente ao ler o título deste texto, você vai pensar “ah, você tem medo de barata, é? Um homem do seu tamanho…” e coisas do tipo. Mas o que eu sinto atualmente pelas baratas não é exatamente medo. Talvez tenha sido, em alguma época da minha vida. Mas agora não. Ao ver uma barata, o que sinto pode ser muito melhor descrito como sendo um ódio assassino, por mais maldoso que isso possa parecer.

morte a todas as baratas.

O que sinto pelas baratas é uma vontade insaciável de vê-las mortas. Não sei se com você também é assim mas nos últimos tempos, ao ver uma barata em casa, a impressão que tenho é de ver um invasor, alguém indesejado e não convidado que entra escondido para roubar parte da minha comida, morar na minha casa e me tirar a paz. Como pai de família que agora sou, me sinto ULTRAJADO ao perceber que um inseto imundo entra na minha casa, no meu CASTELO, e na maior cara de pau quer viver às minhas custas e se reproduzir nas minhas dependências. Não tenho como aceitar isso e penso que a morte é uma punição plausível para tamanha petulância.

Por ter uma criança em casa, evito ao máximo usar inseticidas pois fico com bastante medo de acontecer um envenenamento. Essa limitação me fez buscar soluções mais alternativas na minha determinação pessoal de eliminar toda e qualquer barata que entre na minha casa. Leia mais…


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4 vozes acappella por mim mesmo


Não sei se você sabe, mas eu gosto de música. Quando digo gosto de música, não quero dizer que apenas ouço o dia todo ou coisa do tipo. Eu toco violão (caso você não tenha visto ali perto  do nome deste blog), um pouco de guitarra, além de arriscar cantar de vez em quando. Na verdade, no quesito “arriscar” entram também teclado, contrabaixo, bateria, gaita… e flauta doce, mas acho que flauta doce nem conta, porque todo mundo que toca alguma coisa também toca flauta doce.

Em se falando de cantar, já cantei em corais, quartetos masculinos e grupos mistos. Minha voz é Baixo, por mais que quem converse comigo não acredite que alguém com uma risada tão fina possa cantar com uma voz parecida com a do Darth Vader.

Há algum tempo atrás, instalei no meu computador um programa de edição de áudio chamado Cool Edit, muito bacana pra quem é amador e quer brincar de estúdio de gravação. Nessa época, resolvi tentar gravar sozinho algumas músicas com 4 vozes, só pra ver no que dava. A qualidade não era lá essas coisas, porque o microfone não ajudava e minhas técnicas de edição também não eram essas coisas. Gravei, mostrei pra algumas pessoas próximas, que até acharam legal, mas deixei salvo e praticamente esqueci.

Hoje eu estava fuçando uns arquivos antigos no meu HD e algumas publicações na web também antigas e achei algumas dessas gravações e resolvi “mostrar ao mundo” aqui no meu blog. (Como se este blog fosse realmente visitado por outras pessoas que não sejam meus parentes… mas, enfim.)

Ouçam e digam o que acham:

I Feel Good (Negro Spiritual):

A Minha Esperança (de Valdecir Lima e Lineu Soares):

E aí, que  nota você dá? Continuo com essa idéia maluca?

ps.: apesar do título do post, na música “A Minha Esperança” tem umas 6 vozes.


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Viver também é ter que lidar com a morte


Após tanto tempo sem textos novos aqui no blog, venho aqui escrever no dia de finados sobre um tema que ninguém gosta: morte.

Pra quem está acostumado com posts engraçados, talvez cause estranheza ler um texto desse tipo aqui e provavelmente, muitos nem passarão deste parágrafo. Mas como me propus na criação deste blog pessoal, me sinto livre para escrever aqui sobre qualquer assunto que eu sinta vontade.

Vou explicar o que me motivou a escrever este texto. Meu avô Pedro, com 84 anos, morreu na última terça-feira, dia 01/11/2011, após lutar por quase 6 meses no hospital. Antes de dar qualquer detalhe adicional sobre a condição dele, quero na verdade refletir sobre como ele levava a vida nos últimos anos.

Meu risonho avô Pedro

Já a bastante tempo, desde que eu era mais jovem, lembro do meu avô sempre ativo, cuidando de suas plantas no quintal em todas as casas em quem morou nos últimos anos. Ele plantava frutas e viu crescer enormes pés de manga, laranja, além de plantar também cana, dentre outras plantas frutíferas. Minhas lembranças da casa de meus avós maternos são dos fins de semana quando passávamos tardes jogando conversa fora e comendo as frutas do quintal do meu avô. Manga, cana, etc. Sempre rolavam histórias muito engraçadas das peripécias de parentes. Todos caíam na gargalhada.

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